do you deserve the influence that you have?

about influence

Axel Schultze, founder of Society3 Accelerator and running a crowd funding campain on IndieGogo for his social media organizer Appearoo, wrote a post on LinkedIn about influence and how people can gain influence through their digital life, mainly by talking, writing and sharing about topics that matters to themselves and to others.

He asked 100 business contact what were their thoughts about people with influence on their circles, and this is what he got as an answer.

“76% of influential people are not deserving the influence they have”

At this point, my opinion is that it’s not the business people who are answering to this question that matters. If we are talking about Social Media influence (and that’s precisely what Appearoo is for), then the right persons to approach are those who write and share about businesses, brands, markets, trends. Who are these people?

Bloggers!

(travel bloggers, hotel bloggers,  food bloggers, wine bloggers, luxury bloggers, coaching bloggers, design bloggers, tech bloggers, fashion bloggersbloggers, bloggers, bloggers!).

Bloggers are, in my opinion, one of the most influencing people in the world of social media. Many of them share huge content about businesses, companies, brands, but I doubt most of them are considered business people.

Everyone is not a Guy Kawasaki or a Pete Cashmore or a Lolly Daskal with their zillion followers on all channels, but professional bloggers all over the world (and let’s not get stuck on USA only when talking about social media, please!) have lots of followers too, in different areas, in different markets. They are the ones who most likely will find Appearoo as the platform to use in order to enhance the visibility of their posts and their influence.

I don’t have zillions of followers but I use Appearoo too. I use it as my signature on my private emails. People can see me through my different channels and follow me where they prefer. It helps me keep track of all my social media presence and it helps people to get in touch with me through the apps they enjoy most.

Are you a blogger? Do you write to influence people? Please leave your comments.

be unique, be everywhere, be appearoo

Are you …?

  • a Community Manager?
  • a Public Relations?
  • a Marketeer?
  • a Social Media Manager?
  • a self-called guru??
  • a coach?
  • an e-book writer?
  • an evangelist of….whatever…?
  • a travel agency?
  • an entrepreneur?
  • a hotdog salesman who uses Instagram or Foursquare to tell clients where your hot-dog truck is right now?
  • a crowdfunding campaign manager?
  • a fashion online shop?
  • a blogger and you ping your posts to everywhere you can get a subscriber…?
  • ****

then you know that it’s important to spread the word about your online presence. People must find you, right? But it takes a little bit of imagination and some work to find a person on this myriad of social media applications out there.

We tend to think that everyone knows where we are, but there’s always that moment where somebody turns up to you and say “Hey! I’ve searched for you but couldn’t find you!”. Despite all your blogposts and tweets and facebook posts, how come this guy, who even had your e-mail address, didn’t find you?!…

Well, why don’t you send a tiny link as your email signature, from where ALL your digital presence is traceable?

This common person can be found, for good and for bad, here and you, your awesome person, you can be found too everywhere through your digital footprint.

This is the right time to get Appearoo (say it appear-oo). Be an early adopter, there’s always something positive for those who arrive in front.

Follow Axel Schultze on Twitter, one of the funders, and help support his crowdfunding campaign on IndieGogo, while bringing buzz to your own interests and goals.

Make yourself easily reachable! Use a personalized Appearoo link.

Because after all, it’s all about Attracting People To What Matters To You!

travel, tourism and the closed groups on Linkedin

Funny to see the tourism groups on Linkedin on the tourism industry.

Among eight groups, guess what’s the only one that is “open”?

lixo1

o que se é nem sempre (a)parece – #RIP Robin Williams

Chorar de rir

Morreu Robin Williams. Robin_Williams_2011Um actor que nos fez rir às gargalhadas, com toda a seriedade. E é assim que deve e será lembrado, tenho a certeza disso.

A mim, tocou-me essencialmente pelo filme “O Clube dos Poetas Mortos”, pela mensagem de vida, de alegria de viver e da necessidade de acreditarmos que os nossos sonhos, quando são postos em acção, fazem mover o mundo.

Neste filme em que se foca a desobediência como meio de sobrevivência dos nossos sonhos, há uma cena de suicídio de um jovem, reprimido pelos pais e que não consegue aceitar nem mudar a sua realidade.

Suicídio

Robin Williams suicidou-se, pelo que li. Atormentado por depressão, o alcoolismo foi uma das saídas que terá encontrado. Finalmente, a escolha final, o suicídio.

O suicídio é uma morte cada vez mais frequente nos nossos dias. O estigma tem de deixar de existir sobre esta morte pois é uma realidade na nossa sociedade. Aprendi-o da forma mais dura que existe, precisamente por ter perdido um irmão da mesma forma, há quatro anos. Sei do que falo quando digo que é um luto atroz porque nos coloca a todos, familiares e amigos, questões a que não sabemos responder. E a impotência, a total impotência que se sente, perante uma pessoa que era “nossa” e que decide, por si só e pela sua única vontade, ser apenas de si própria. E decide a sua morte sem olhar a outros. Chamam a isto o acto mais egoísta de todos, mas numa sociedade que se individualiza cada vez mais, quem é que se acha no direito de apontar dedos?

Eu sei que a depressão existe

A depressão existe mesmo e tem consequências. Existem também ajudas possíveis, desde que seja detectada, pelo próprio ou pelos seus próximos.

Não foi o caso do meu irmão. Sempre alegre e sorridente, fazendo rir também os outros no seu contacto diário, a sua decisão foi simplesmente brutal.

Estou no Porto Santo, neste exacto momento. Também há quatro anos estive aqui, precisamente neste mês, com o meu irmão. Duas semanas depois, o seu suicídio apanhou-me (e a toda a família) de uma forma tão …tão… (nem há palavras para descrever o tão…) que também eu entrei em depressão cerca de cinco meses após a sua morte. Percebi o que tinha. Procurei ajuda, fui ao médico e nem foi preciso ir a um psicólogo, foi uma médica de Medicina Interna a quem expus o que sentia e que detectou logo o problema. Tomei medicação prolongada, sempre bem acompanhada pelo médico, e fiz o chamado “desmame” durante os últimos meses. Terminei Sábado o último comprimido. O tratamento ajudou-me a ter tempo para ultrapassar o sofrimento de impacto, brutal, e preparar-me para continuar a viver e reencontrar a alegria. A vida nunca mais é a mesma, mas pode sempre ser boa e maravilhosa de outras mil e uma formas.

A depressão existe. O suicídio existe. As pessoas que conhecemos podem sofrer de depressão e não percebermos ou termos sinais. Mas isto existe mesmo! E por vezes em pessoas que riem muito para fora, como o Robin Williams ou o Duarte Joaquim.

Porque afinal, cada ser humano é único e não encaixa em muitas das regras que a sociedade cria. Porque o suicídio é um puro acto anti-social e pró-indivíduo. Mas que merece todo o respeito, como qualquer outra morte. Ninguém tem vergonha de comentar uma morte por cancro, mas fala-se apenas a boca pequena das mortes por suicídio, fazendo apenas com isto com que a dor da família seja ainda maior porque não partilhada, não suportada pelos outros. Há que haver o mesmo respeito, a mesma compaixão, a mesma solidariedade, também a mesma busca pelo seu conhecimento como única possibilidade de a prevenir.

“Seize the day!”